domingo, 31 de agosto de 2014

REFLEXÕES SOBRE A DOR



Dizem que a dor é a fonte das virtudes e que só a partir dela temos consciência da felicidade. Dizem ainda que a dor aprimora nossos ímpetos de selvageria primitiva e nos reanima na organização do eu interior. Se esses são caminhos para o encontro com a verdade, como, quando e onde surgiu o primeiro sintoma que se denomina DOR?
Nossa dúvida a respeito da criação da dor é tão grande quanto à dúvida sobre a existência da felicidade.
Se a felicidade, para alguns, significa ausência de dor ou se ..., a dor significa ausência da felicidade. Como podemos ordenar nossas ideias se não aprendemos como curar a dor?
Na hora do encontro com a dor temos o dever de aprender como curá-la. Sempre esperamos que alguém cure a nossa dor e foi assim que a humanidade começou a evoluir. É verdade, só começamos a evoluir a partir da necessidade de amenizar a dor, nossa ou dos entes queridos.
Subimos as montanhas buscando alimentos para curar a dor da fome.
Velejamos mares desconhecidos procurando climas mais amenos para curar a dor do frio ou do calor escaldante.
Buscamos novas nascentes de agua para matar a dor da sede.
Buscamos florestas, organizamos moradias coletivas, planejando a vida familiar para ter o aconchego nos momentos da dor.
Ações, planos, formas acrescentadas aos dias prevenindo estratégias e arsenais que se transformassem em proteção contra a possibilidade de sentirmos as várias dores, do corpo e da alma.
Nessa busca permanente conseguimos encontrar o nosso conceito de felicidade ou a “ausência de dor”, nos sentindo um pouco mais protegidos.
Ficamos diferentes, nos civilizamos e quanto mais civilizados algo acontecia, a dor, esse fantasma, também evoluía, arruinando as nossas tentativas de derrota-la.
Novas dores a cada dia!
Cansados, permitimos que ela nos dominasse e nos tornamos tristes, doentes e desesperados. A dor não era mais só minha ou dos entes queridos. Ela se alastrava como praga, em todos os lugares, mesmo no alto das montanhas ou em terras distantes. Ela se antecipava a todas as ações e dominava as civilizações.
Afastar a dor, tarefa impossível; ser feliz, tentativa vã.
Encontrar novas fórmulas, novas estratégias, novo ânimo: incapazes? E agora? Onde começar?
Repetidas tentativas e nada!
Na ânsia pela felicidade, buscamos em Deus, uma última tentativa!
Onde o encontrar? Será Deus um lugar? Será Deus uma montanha, um lago, um mar?
Todas as dores se acalmarão ou será que serão curadas para sempre?
Deus, um ser.
Deus, um lugar.
Deus,
Deus, e também ...


Deus sou eu.


Pelo espírito denominado PRINCIPE DO LUAR - Psicografado por Lina em 09/06/1996

sábado, 30 de agosto de 2014

REFLEXÕES SOBRE A SABEDORIA

REFLEXÕES SOBRE A SABEDORIA
Compromissos de um buscador do conhecimento.
Derrubadas as muralhas da ignorância temos agora a necessidade de dar a cada ser um pouco do sentimento do saber.
A sabedoria é uma flor que conquista a fertilidade, se eternizando como forma.
A sabedoria não conhece as pragas da destruição, se reproduz, se reproduz “ad aeternum” e mesmo distanciada deste plano pela morte, perpetua em renascer.
Quando sábio o homem dissemina suas ideias e eterniza seu saber em frutos diversos. Não se embriaga de conhecimento, mas sorve doses de várias fontes, sem atropelar o tempo.
A ilusão é efêmera, não desgoverna o rumo de sua vontade própria. Descobre-se inteiro, mesmo quando sua alma permanece comprometida em prisões do tempo, cobrança inútil.
A confiança em si mesmo é a certeza do temporal que jamais o represará no medo.
SABEDORIA, amiga que desnuda a dor e a transforma em remédio salutar para descobertas futuras.
Ser sábio é ser livre, é ser um homem que alicerça sua existência na simplicidade, na alegria e na esperança.

Psicografia em 14/07/1997 – By Lina

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Nossa caixa de ferramentas.

Nossa caixa de ferramentas.


Há pessoas que nos causam dor e irritabilidade, como lixas em contato com a nossa pele... PESSOAS LIXAS. Interessante!!!
Vamos à nossa caixa de ferramentas, na perspectiva do Carpinteiro temos o
MARTELO, com a sutileza de um trator, são impositivas e abrem o caminho a força para conseguir o que desejam.
As SERRAS, sabem exatamente o que dizer para te ferir.
Os ALICATES, que apertam e não sabem largar, sugam a vida ao seu redor... e o ESMERIL, kkk ...explosivas, entram e cena e jogam faíscas para todo o lado... DEUS, feche essa caixa, tenha pena de mim.
Como o  esmeril  o MACHADO, arrancam enormes pedaços por onde passam, são negativas sempre preparadas a cortar as esperanças e os planos dos outros, claro que tem as MACHADINHAS que cortam pedaços menores; são apegadas a feridas passadas e provocam dores prolongadas, não sabem acabar com um assunto.
Ferramentas irritantes, temos que aprender a conviver com elas.
QUE FERRAMENTA EU SOU??? Como contruir uma convivência significativa?
VAMOS EM FRENTE...
UM MÊS PARA VIVER (Rick Warren)... esta é a síntese do capítulo 13 do livro mencionado, vale a pena encarar a leitura, que a princípio parece mórbida, mas ajuda a decifrar os nossos conflitos. beijos e saúde!

IMAGENS DO AMOR

IMAGENS DO AMOR


Lancei a semente do amor!
No espaço, asas se abriram em cores e uma linda borboleta surgiu, equilibrando-se criando rota própria começou a buscar uma flor para pousar.
O amor se transforma?
Após descansar sobre pétalas macias, novas cores sugiram em suas asas.
Contemplei extasiada, meus lábios em sorrisos.
Minha nova forma de amor alçou voo, encontrando em sua rota pássaros alegres, em gorjeios, aquecidos pelos raios do sol que surgia, qual uma música.
A semente- borboleta, aprendendo os sons deliciada com aquele jeito alegre de expressar a alegria.
Mudou a forma se tornando uma forma entre pássaro e luz colorida voando mais alto e mais alto até que a perdi de vista
Desolada vi meu amor distanciada do campo de visão.
Naquele dia sonhei com sois e estrelas, então eu pensei: -“ meu amor escapou pelo espaço infinito, eu o perdi!”
No sonho UMA MÃO ACOLHIA A MINHA, segurando firme, num sentimento de felicidade.
Apesar da saudade daquele amor, sentia-me plena.
O pulsar mudou transformando a forma do meu corpo e em meu ventre algo vivia.
O amor voltou à forma inicial, uma semente, uma vida, um ciclo diferente no espaço infinito do ser humano.
A semente virou um criança.
Eu me tornei MÃE.