Buda como tantos Avatares cansaram-se do mundo físico e quiseram conhecer o mundo de dentro, refugiaram em uma montanha, uma mata ou qualquer outro lugar que os mantivesse longe dos estímulos do mundo físico habitado, para poder assim comungar com o mundo de dentro, conseguindo como resultado um estado de PAZ.
Enquanto a sós no silêncio meditativo estranharam ouvindo as perguntas do mundo de dentro:
-Quem sou eu?
-Quem é Deus?
-Quem é meu pai?
-Quem é minha mãe?
-O que é o mundo
-O que é essa perfeição da natureza?
-O que são minhas virtudes?
-O que são meus defeitos?
Estranharam-se, penitenciaram-se, expurgaram o que a essência ditava a eles, como sendo naquele momento, os desvios daquilo que objetivaram como sendo o BEM. Hoje à semelhança de BUDA vemos homens e mulheres dizendo:
-Que vontade tenho de abandonar tudo e ir para uma casinha no alto de uma montanha.
-Que vontade tenho de largar tudo e ir para a beira do mar. Estar a sós, não ter a prisão de horas escravizadoras, cultivar o físico e enobrecer a alma.
O arrombo que levou BUDA não é o mesmo que conduz o homem comum à busca de isolamento e do encontro com o que é eterno e imperecível. Igenuidade acreditarmos ser uma fraqueza, buscar mudanças dos tempos e ir para o alto de uma montanha ou para a beira de um rio exige mais que um simples desejo. Pergunta-se.
-O que pode fazer o homem, para cultivar um estado de alma que chamamos de: "uma casa no alto da montanha ou na beira de um rio, ou do mar"?
Esse estado de alma tão precioso para o homem só é realizado quando tivermos perseverança no direcionamento dos pensamentos.
-Ah... os pensamentos?
Tirando os obstáculos, no cumprimento com aquilo chamado responsabilidade, não se dando por vencido é possível, afinal não estamos fadados à dissociação do pensamento filosófico, da paz e da liberdade.
Na busca resta refletir e questionar: Será que o que doí é fechar o coração e a alma para os talentos que a vida em sua magia permitiu que se conquistasse no caminho? Acreditar que o que doí mais é ir apenas pela razão com o corpo mais exercitado nos dias de hoje? A resposta e o argumento principal e: toque o seu espírito alinhado com a sua mente.
Pense comigo, somos dotados de talentos que estão se atrofiando por falta de uso. Nosso olhar permanece prisioneiro das atitudes pobres, do feio e da dor e de vez em quando um pouco de alegria para não ficar doido.
Pense comigo, enquanto prisioneiros deste mecanismo de obstacularizar a exteriorização dos talentos, deixamos morrer a emoção.
Nos tornamos áridos, pensamos e não sentimos. Ficamos doloridos e doentes quando não nos permitimos parar para apreciar o desabrochar de uma flor e sentir a emoção da natureza em sua construção diária.
Acredito que doí acostumar o aparelho auditivo a uma produção sonora que traz cada vez mais lesões para o corpo físico com perda para o talento que permite apreciar o silêncio, a música preferida, o canto de um pássaro ou o riso de uma criança.
Acredito que doí na alma e no coração equivocar sua mente, dotada de talentos para o paladar, desviar a vontade de uma fruta ou do alimento que a terra produz para revitalizar os gastos energéticos, nos lançando descontroladamente na ingestão de produtos industrializados, porque é preciso ingerir para sufocar a emoção.
Quantas vezes nossas mãos dotadas de talentos para o labor na construção de trabalhos manuais, de arte e profissionais com beleza que satisfaz o prazer estético e são comandadas pela mente racional que insiste em destiná-las a movimentos sem emoção. Terminam com dores e artrites prematuras.
As cordas vocais, tão bem trabalhadas, um talento maravilhoso da criação destinadas a cantar, sorrir, gargalhar, ninar e falar, permitimos e deixamos morrer em nossos lábios os sons de palavras desgastadas pelo uso, impedidos de exteriorizar palavras do coração, cheias de emoções e calor humano.
O que dizer então dos nossos pés? Tão cansados de trilhar, todos os dias, a mesma rota, só que nesta rota perdemos a emoção porque estamos com pressa.
Convenhamos, na excessiva razão, os talentos estão potenciais, porém mau administrados.
Sem a emoção o viver perde o encanto, sem o estímulos dos talentos, nossa mente cansa, confundimos os caminhos e não construímos o mundo feliz.
Não enterremos os talentos sobrepujando-os pelo exercício da razão magnicista, planejada, fabricada e imposta pelo nosso meio. Vamos usar a razão para dar pelo menos uma chance aos nossos sentidos e morar, mesmo sem mudança física, na "casa no alto de uma montanha, a beira mar ou a beira de um riacho".
Fortaleçamos o nosso campo emocional capaz de condicionar e redirecionar os nosso sentidos, dentro do equilíbrio e do exercício de nossos corpos.
Não deixemos morrer em nosso lábios as palavras de amor ou o canto de ninar.
Não deixemos que os nosso olhos percam a chance de propiciar a visão da beleza inspiradora da luz.
Não permitamos que nossos ouvidos enfraqueçam no seu potencial, tirando-lhes a oportunidade de ouvir os sons ou silencia-los com a emoção.
Não consintamos que nossas mãos desgovernadas pelo uso e exercício da razão cansada, impeçam que a emoção direcione gestos que nos tragam a paz e a beleza da construção da arte .
Finalmente não quedemos em passos desorientados pela razão equivoquem-se na escolha da estrada, mas fortalecidos pela pela emoção sigam em frente pela eternidade com a certeza de que fizemos o melhor.
Quantas perguntas deixamos de fazer ou se as fizermos não queremos ouvir as respostas?
Vibremos nos tons de cada instante desta experiência, não percamos nenhum detalhe, a vida não tem repetição ou video no YOU TUBE para acessar um repeteco.
AMOR!!! Todos estamos sofrendo da perda dos talentos que integra e a emoção que permite sentir a poesia, encantar e assim poder das graças a VIDA.
Não falamos da emoção destrambelhada, apaixonada e obsessiva, esta é maléfica, falamos da emoção capaz de tocar a alma, ela é que esta em baixa, ela é que esta deficitária.
Investindo na emoção verdadeira chagaremos a produzir a PAZ.
PAZ PARA TODOS NÓS
Alan/Lina - Mensagem recebida em 10.09.1996
Enquanto a sós no silêncio meditativo estranharam ouvindo as perguntas do mundo de dentro:
-Quem sou eu?
-Quem é Deus?
-Quem é meu pai?
-Quem é minha mãe?
-O que é o mundo
-O que é essa perfeição da natureza?
-O que são minhas virtudes?
-O que são meus defeitos?
Estranharam-se, penitenciaram-se, expurgaram o que a essência ditava a eles, como sendo naquele momento, os desvios daquilo que objetivaram como sendo o BEM. Hoje à semelhança de BUDA vemos homens e mulheres dizendo:
-Que vontade tenho de abandonar tudo e ir para uma casinha no alto de uma montanha.
-Que vontade tenho de largar tudo e ir para a beira do mar. Estar a sós, não ter a prisão de horas escravizadoras, cultivar o físico e enobrecer a alma.
O arrombo que levou BUDA não é o mesmo que conduz o homem comum à busca de isolamento e do encontro com o que é eterno e imperecível. Igenuidade acreditarmos ser uma fraqueza, buscar mudanças dos tempos e ir para o alto de uma montanha ou para a beira de um rio exige mais que um simples desejo. Pergunta-se.
-O que pode fazer o homem, para cultivar um estado de alma que chamamos de: "uma casa no alto da montanha ou na beira de um rio, ou do mar"?
Esse estado de alma tão precioso para o homem só é realizado quando tivermos perseverança no direcionamento dos pensamentos.
-Ah... os pensamentos?
Tirando os obstáculos, no cumprimento com aquilo chamado responsabilidade, não se dando por vencido é possível, afinal não estamos fadados à dissociação do pensamento filosófico, da paz e da liberdade.
Na busca resta refletir e questionar: Será que o que doí é fechar o coração e a alma para os talentos que a vida em sua magia permitiu que se conquistasse no caminho? Acreditar que o que doí mais é ir apenas pela razão com o corpo mais exercitado nos dias de hoje? A resposta e o argumento principal e: toque o seu espírito alinhado com a sua mente.
Pense comigo, somos dotados de talentos que estão se atrofiando por falta de uso. Nosso olhar permanece prisioneiro das atitudes pobres, do feio e da dor e de vez em quando um pouco de alegria para não ficar doido.
Pense comigo, enquanto prisioneiros deste mecanismo de obstacularizar a exteriorização dos talentos, deixamos morrer a emoção.
Nos tornamos áridos, pensamos e não sentimos. Ficamos doloridos e doentes quando não nos permitimos parar para apreciar o desabrochar de uma flor e sentir a emoção da natureza em sua construção diária.
Acredito que doí acostumar o aparelho auditivo a uma produção sonora que traz cada vez mais lesões para o corpo físico com perda para o talento que permite apreciar o silêncio, a música preferida, o canto de um pássaro ou o riso de uma criança.
Acredito que doí na alma e no coração equivocar sua mente, dotada de talentos para o paladar, desviar a vontade de uma fruta ou do alimento que a terra produz para revitalizar os gastos energéticos, nos lançando descontroladamente na ingestão de produtos industrializados, porque é preciso ingerir para sufocar a emoção.
Quantas vezes nossas mãos dotadas de talentos para o labor na construção de trabalhos manuais, de arte e profissionais com beleza que satisfaz o prazer estético e são comandadas pela mente racional que insiste em destiná-las a movimentos sem emoção. Terminam com dores e artrites prematuras.
As cordas vocais, tão bem trabalhadas, um talento maravilhoso da criação destinadas a cantar, sorrir, gargalhar, ninar e falar, permitimos e deixamos morrer em nossos lábios os sons de palavras desgastadas pelo uso, impedidos de exteriorizar palavras do coração, cheias de emoções e calor humano.
O que dizer então dos nossos pés? Tão cansados de trilhar, todos os dias, a mesma rota, só que nesta rota perdemos a emoção porque estamos com pressa.
Convenhamos, na excessiva razão, os talentos estão potenciais, porém mau administrados.
Sem a emoção o viver perde o encanto, sem o estímulos dos talentos, nossa mente cansa, confundimos os caminhos e não construímos o mundo feliz.
Não enterremos os talentos sobrepujando-os pelo exercício da razão magnicista, planejada, fabricada e imposta pelo nosso meio. Vamos usar a razão para dar pelo menos uma chance aos nossos sentidos e morar, mesmo sem mudança física, na "casa no alto de uma montanha, a beira mar ou a beira de um riacho".
Fortaleçamos o nosso campo emocional capaz de condicionar e redirecionar os nosso sentidos, dentro do equilíbrio e do exercício de nossos corpos.
Não deixemos morrer em nosso lábios as palavras de amor ou o canto de ninar.
Não deixemos que os nosso olhos percam a chance de propiciar a visão da beleza inspiradora da luz.
Não permitamos que nossos ouvidos enfraqueçam no seu potencial, tirando-lhes a oportunidade de ouvir os sons ou silencia-los com a emoção.
Não consintamos que nossas mãos desgovernadas pelo uso e exercício da razão cansada, impeçam que a emoção direcione gestos que nos tragam a paz e a beleza da construção da arte .
Finalmente não quedemos em passos desorientados pela razão equivoquem-se na escolha da estrada, mas fortalecidos pela pela emoção sigam em frente pela eternidade com a certeza de que fizemos o melhor.
Quantas perguntas deixamos de fazer ou se as fizermos não queremos ouvir as respostas?
Vibremos nos tons de cada instante desta experiência, não percamos nenhum detalhe, a vida não tem repetição ou video no YOU TUBE para acessar um repeteco.
AMOR!!! Todos estamos sofrendo da perda dos talentos que integra e a emoção que permite sentir a poesia, encantar e assim poder das graças a VIDA.
Não falamos da emoção destrambelhada, apaixonada e obsessiva, esta é maléfica, falamos da emoção capaz de tocar a alma, ela é que esta em baixa, ela é que esta deficitária.
Investindo na emoção verdadeira chagaremos a produzir a PAZ.
PAZ PARA TODOS NÓS
Alan/Lina - Mensagem recebida em 10.09.1996