Sempre a ouvia dizer e repetidas vezes se questionou se algum dia a promessa se cumpriria.
-Prometo que não me tornarei triste quando a vida nos separar, pois os momentos vividos por esse amor compensa uma existência inteira.
Hoje, o nascer do sol é solitário, seus olhos buscam a luz do dia que surge, mas seu corpo precipita-se no vazio dos toques, na ausência do olhar e angustia-se na escuridão de uma noite eterna. O silêncio de sua própria voz, num grito surdo, a alma clama por ver surgir nas sombras do dia a imagem querida.
Assim o homem permanece sentado em sua cadeira, confortável para o físico, vê a luz inundar todos os recantos, pulsando de vida e em seu coração uma tristeza sem nome se agiganta.
Essa tristeza contraria a vontade de poder compactuar daquela promessa tantas vezes repetidas.
Que força traria de volta para o seu coração, para sua mente aquela alegria de antigamente?
Que segredo possui aquela criatura para afirmar -"jamais me tornarei triste"?
Será a sua alma , se é que existe, portadora de uma genética diferente?
Sentia que seus padrões de pensamento eram diferentes, sempre falando como se espíritos bondosos a acompanhassem, impregnando seus sentimentos de uma boa vontade, motivada por lições amorosas desses amigos. Como crer em absurdos espirituais num mundo caótico?
Uma existência inteira, anos de parceria, horas de repouso no olhar cheio de amor. Perder esse legado causava uma forte tristeza, lágrimas nos olhos, transbordando de saudade.
O homem chora a perda de sua amada. Ele partiu para um mundo incompreensível. Muitos o procuravam tentando mostrar algo, ele não entendia, recusava mãos luminosas que eram estendidas a sua frente, relutava em tocar aquelas mãos, assim negando a existência de um mundo paralelo, um mundo espiritual, seu corpo era sugado de volta para uma escuridão.
-Prometo que não me tornarei triste quando a vida nos separar, pois os momentos vividos por esse amor compensa uma existência inteira.
Hoje, o nascer do sol é solitário, seus olhos buscam a luz do dia que surge, mas seu corpo precipita-se no vazio dos toques, na ausência do olhar e angustia-se na escuridão de uma noite eterna. O silêncio de sua própria voz, num grito surdo, a alma clama por ver surgir nas sombras do dia a imagem querida.
Assim o homem permanece sentado em sua cadeira, confortável para o físico, vê a luz inundar todos os recantos, pulsando de vida e em seu coração uma tristeza sem nome se agiganta.
Essa tristeza contraria a vontade de poder compactuar daquela promessa tantas vezes repetidas.
Que força traria de volta para o seu coração, para sua mente aquela alegria de antigamente?
Que segredo possui aquela criatura para afirmar -"jamais me tornarei triste"?
Será a sua alma , se é que existe, portadora de uma genética diferente?
Sentia que seus padrões de pensamento eram diferentes, sempre falando como se espíritos bondosos a acompanhassem, impregnando seus sentimentos de uma boa vontade, motivada por lições amorosas desses amigos. Como crer em absurdos espirituais num mundo caótico?
Uma existência inteira, anos de parceria, horas de repouso no olhar cheio de amor. Perder esse legado causava uma forte tristeza, lágrimas nos olhos, transbordando de saudade.
O homem chora a perda de sua amada. Ele partiu para um mundo incompreensível. Muitos o procuravam tentando mostrar algo, ele não entendia, recusava mãos luminosas que eram estendidas a sua frente, relutava em tocar aquelas mãos, assim negando a existência de um mundo paralelo, um mundo espiritual, seu corpo era sugado de volta para uma escuridão.
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